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Banton, Michael - A Ideia de Raça.Lisboa.Ed.70.1977
BERNAD, Zila. Racismo e Anti- Racismo. Colecção Polêmica. São Paulo ,Moderna,1994
Bracinha, Vieira . A. - Racismos e Teoria. Lisboa. in, Ethnologia.3-4. 1996
BRINK, William, HARRIS, Louis, Negros e Brancos O Drama Racial dos Estados Unidos, Lisboa.Ed. Ibis.1968.
BRITO, R. - Racismos e Assimetria Positivo-Negativo no Enviezamento Entregrupal ao Nível das Avaliações Intergrupais. Lisboa. ICSTE. Diss.Metrado.1998
CAVALLEIRO, Eliane (...)
Quando ainda era uma criança, Alisson Jeferson das Neves, de 24 anos, teve de provar que tirava notas boas porque era estudioso, não porque “colava” de algum colega. Precisou provar que era grande e parecia mais velho por causa da genética não porque era repetente. Foi colocado frente a frente com uma coleguinha para que ela tocasse nele e não tivesse mais “nojo” do amiguinho. A necessidade era provar que os dois só tinham tons de pele diferentes.
A falta de conhecimento dos valores e do modo de vida da população cigana faz com que esta seja uma das minorias étnicas que mais sofre os efeitos da exclusão social.
Trabalho de compilação dos principais estudos quantitativos e qualitativos sobre discriminação racial e escola, um verdadeiro inventário da produção de conhecimento e, o que é
igualmente interessante, da produção legislativa referente ao tema.
O projecto foca a temática da imigração nomeadamente na prevenção na discriminação racial e étnica. Dado o aumento significativo do número de imigrantes a procurar o distrito de Portalegre para residir e trabalhar tornou-se pertinente o desenvolvimento de um projecto que procure responder às necessidades e expectativas atenuando dificuldades que se verificam na integração na comunidade local.
Como você se sentiria se fosse xingado de "macaco" em seu local de trabalho, pelo fato de ser negro? O que você faria se seus chefes, e até alguns de seus colegas que como você também fossem xingados, encarassem essa atitude racista e inaceitável com naturalidade e não se empenhassem em punir os culpados, para impedir que esses atos de racismo continuassem a acontecer no mais celebrado e rico futebol do mundo?
As constrangedoras e costumeiras situações de discriminação, nas quais os negros vivem a todo o instante no Brasil, vitimados por um racismo velado, e muitas vezes, aberto, são descritas neste manual, publicado em 1994 pelo já falecido poeta e escritor Arnaldo Xavier e o Cartunista Maurício Pestana.
Educar implica ajudar os alunos a construírem a sua própria visão do mundo, na base de uma organização e de informação, que permita que se faça finca-pé nos modos através dos quais no passado e no presente as sociedades foram realizando conquistas políticas, sociais, culturais e científicas. Esta é a melhor estratégia para formar personalidades abertas, optimistas, democráticas e solidárias, e este é o verdadeiro objectivo deste livro.
Existem aproximadamente 200 milhões de afrodescendentes nas Américas. Apesar de totalizarem mais de um terço da população da região, as e os afrodescendentes estão entre os grupos minoritários mais vulneráveis do Hemisfério.
O trabalho que agora se apresenta, pensou-se poder vir a contribuir
para que aumente o conhecimento que a sociedade dominante tem não só da
comunidade cigana, mas sobretudo das relações que se estabelecem à volta
do processo de ensino-aprendizagem entre o bairro e a escola que acolhe
as crianças deste grupo sócio-cultural.
Este livro reúne vários artigos e diferentes leituras da pesquisa nacional “Discriminação racial e preconceito de cor no Brasil”, realizada pela Fundação Perseu Abramo (FPA), por meio de seu Núcleo de Opinião Pública, em parceria com a fundação alemã Rosa Luxemburg Stiftung.
A educação escolar constitui-se numa fonte de poder. Não uma
educação pensada de forma remediativa, mas uma educação no
saber socialmente valorizado e que, por essa razão, é potenciadora
de uma redistribuição do poder na sociedade.
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